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sexta-feira, 16 de março de 2018

Tripulantes de pouso forçado no Marajó são resgatados

Os tripulantes de um helicóptero que fez um pouso forçado na tarde da última quinta-feira (15), no Marajó, foram resgatados no início da noite pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP). Acionados pelo Salvaero Amazônico sobre a comunicação de pouso forçado do helicóptero, os agentes do GRAESP realizaram as buscas e encontraram a aeronave e seus quatro ocupantes em uma área entre os municípios de Curralinho e Breves, no arquipélago do Marajó. Eles foram resgatados e levados para o Hospital Regional de Breves, já que dois passageiros do helicóptero apresentavam ferimentos.

Em virtude do pôr do sol, a aeronave Guardião 01 e a tripulação do GRAESP permaneceram em Breves. Na manhã desta sexta-feira, outro  helicóptero do Grupamento, o Guardião 09, seguirá para Breves para fazer um transporte aeromédico e levará uma nova tripulação para o Guardião 01, e trará para Belém os ocupantes do helicóptero acidentado.

Na imagem é difícil ver o local do pouso forçado, que dá uma dimensão das dificuldades do resgate. Foto: Via WhatsApp

De acordo com o coronel André Cunha, secretário adjunto de operações da Secretaria de Segurança Pública (SEGUP), as informações são de um helicóptero tipo "Esquilo" (A-350), de uma empresa prestadora de serviços para a CELPA. A aeronave transportava quatro pessoas, entre tripulação e passageiros, e estava em missão de investigação sobre interrupção no fornecimento de energia elétrica para o município de Curralinho.

"O Helicóptero Guardião 01 decolou para a região e localizou o ponto da queda, visualizando a aeronave destroçada e seus ocupantes, todos vivos. O Guardião 01 pousou em um local próximo e a tripulação se deslocou pela mata alcançando o local da queda e promovendo o resgate de todos", informou Cunha.

Segundo ele, os ocupantes estavam conscientes e orientados, mas com diversas escoriações pelo corpo, e por isso foram levados para o hospital.

Hoje, com a nova tripulação e nova equipe da CELPA, o GRAESP seguirá para identificar o ponto de interrupção de energia e apoiar a equipe de solo para o restabelecimento da energia elétrica para o município de Curralinho, que ainda está às escuras.

(DOL com informações de Cléo Soares) Leia mais!

sexta-feira, 9 de março de 2018

Muaná/Marajó/Pará neste momento, dia 08 de Março de 2018

De um lado 6 vereadores e o vice prefeito tentam dá outro golpe em quem foi eleito pela maioria dos votos para ser prefeito. São denúncias e mais denúncias que eles fazem sem provas contra o prefeito Murilo Guimarães, e nunca provam como eles mesmos, o próprio vice que na vila São Miguel do pracuúba faz a denúncia em praça publica contra o ex-prefeito Raimundo Cunha (Serrote), e hoje querem joga a culpa no prefeito Murilo. Em um comentários que o senhor Biri Magalhães fez no poster que mostra o vídeo, Biri diz "Sinceramente eu não sei como o prefeito conseguiu desbloquear 25%".

Por outro lado a que elegeu o prefeito Murilo Guimarães faz a sua manifestação com pedido de cassação do Vice-Prefeito por improbidade administrativa e mal uso do dinheiro público onde o vice prefeito Biri Magalhães fez compras sem licitações e várias outras denúncias segundo apurou o blog Muaná do Marajó.

Com tudo isso o povo todo de Muaná sofrem com o bloqueio do dinheiro de Muaná, e outros.
Lembrando que o dinheiro foi desbloqueado para o vice que estava prefeito com liminar, durante dois meses.

quarta-feira, 7 de março de 2018

A hora da verdade: Denúncias contra prefeito e vice-prefeito testarão autonomia dos vereadores de Muaná

Conforme foi revelado em primeira mão na matéria Biri Magalhães pode ser processado por irregularidades e desvio de recursos da prefeitura de Muaná, a sessão na Câmara de Vereadores na manhã desta quarta-feira (07), comprovou o momento delicado, mas também inédito, onde os vereadores podem provar para que foram eleitos e analisarem os graves fatos que ocorrem no município desde que o vice-prefeito decidiu assumir o lugar do prefeito.

Nesta quinta-feira (08), serão realizadas duas sessões da Câmara de Vereadores, as quais acontecerão dentro da Delegacia de Polícia. Em local inusitado, nessas sessões, os vereadores discutirão duas denúncias: Uma contra o vice-prefeito Biri Magalhães, por irregularidades cometidas enquanto esteve como prefeito por dois (02) meses e cometeu diversas irregularidades na compra de combustível para a prefeitura de Muaná e outra contra Murilo Guimarães, o qual é acusado de não concluir uma obra que teve recursos do FNDE e não foi concluída.

DENÚNCIA CONTRA BIRI MAGALHÃES

Segundo um advogado consultado pelo blog, Biri Magalhães usou sua condição de prefeito e burlou a Lei de Licitações para assegurar um acordo político e financeiro com o ex-prefeito Serrote, em troca do apoio dos votos dos vereadores do MDB (antigo PMDB), com o objetivo de afastar o prefeito Murilo Guimarães. 

A denúncia é muito grave e foi protocolada hoje na Câmara dos Vereadores, já com algumas provas que podem trazer sérias complicações ao vice-prefeito Biri Magalhães, que pode perder seu mandato definitivamente.  

Segundo a denúncia que será apreciada pelo vereadores, Biri Magalhães realizou uma dispensa de licitação para a compra de combustível no valor de R$ 876.025,70 para apenas 70 dias, ou seja, para o período de 19 de janeiro até 31 de março de 2018. Este contrato irregular beneficia diretamente a empresa ELY A. Silva da Costa Eireli EPP, CNPJ: 13.802.233/0001-50, de propriedade da Sra. Ely Antônia Silva da Costa (esposa do senhor Roger Cunha, filho do ex-prefeito Serrote) e irmã da Sra. Elenice da Costa Ferreira, que estava como Coordenadora do Fundo Municipal de Saúde de Muaná. 

A proprietária do posto é funcionária efetiva da Prefeitura de Muaná, portanto não poderia de maneira nenhuma estar comercializando qualquer tipo de produto ou ter contrato com a prefeitura, conforme a legislação proibi expressamente.

Alguns podem achar que foi um esquema bem montado, que movimentou quase um milhão de reais, para apenas 70 dias. Mas o contrato está cheio de irregularidades e vícios que torna o vice-prefeito Biri Magalhães muito próximo de perder o mandato e responder a processo de improbidade administrativa, que pode terminar em prisão e torná-lo inelegível para disputar qualquer outro cargo eletivo.

Vamos ver qual será a atuação dos vereadores da Câmara de Muaná nesse caso.

DENÚNCIA CONTRA MURILO GUIMARÃES

Além da denúncia contra Biri Magalhães, outra ação contra o prefeito Murilo Guimarães também deve ser avaliada amanhã pelos vereadores. Trata-se da acusação de que o prefeito Murilo Guimarães seria supostamente responsável por uma obra de construção de uma creche na vila do Pracuúba. Segundo a denúncia, a obra seria construída com recebido dinheiro do FNDE. 

Segundo apurado por este blog, o dinheiro desta obra (aproximadamente R$ 360 mil reais) foi sacado pelo ex-prefeito "Serrote", o suficiente para ter deixado a obra construída pela metade, ou seja 50% do total da obra, mas o ex-prefeito só construiu 3%, conforme disse o vice-prefeito Biri Magalhães, quando este ainda era vereador e presidente da Câmara Municipal, em um evento na vila do Pracuúba, no ano de 2015.

Assista o vídeo que circula pelas redes sociais, onde Biri Magalhães aparece elogiando o prefeito Murilo Guimarães e responsabilizando o ex-prefeito "Serrote" pela falta de construção da Creche do Pracuúba: 

Agora, diante de uma grave denúncia contra si, Biri mobiliza os vereadores que tem sob o seu controle político para jogar o problema nas costas do prefeito Murilo Guimarães, o qual tenta afastar pela segunda vez do cargo, com o objetivo incansável de assumir o seu lugar. 

Para um especialista neste assunto, a responsabilidade desse dinheiro do FNDE é totalmente do ex-prefeito Serrote e Biri tenta jogar uma cortina de fumaça para as irregularidades que cometeu em apenas dois (02) meses em que ficou como prefeito de Muaná.

Os vereadores terão a oportunidade de mostrar para os seus eleitores que foram eleitos para fiscalizar o prefeito e o vice-prefeito, apurando todos os fatos e denúncias de forma isenta e em conformidade com as leis vigentes em nosso país e não por dinheiro ou conveniência política, como vem sendo comentado pelos quatros cantos de Muaná.

Fonte: Blog Muaná do Marajó Leia mais!

terça-feira, 6 de março de 2018

Biri Magalhães pode ser processado por irregularidades e desvio de recursos da prefeitura de Muaná

Com a reviravolta ocorrida em Muaná, depois da volta do prefeito Murilo Guimarães, afastado desde o fim de Dezembro, após um processo movido pela Câmara Municipal, a situação política continua tensa e com desdobramentos que podem levar o vice-prefeito Biri Magalhães a responder pelo crime de improbidade administrativa, pela ilegalidade em processos de dispensa de licitação, que juntos totalizam mais de 5 milhões de reais, conforme já foi apurado uma semana após o seu afastamento, determinado por decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Pará.   

Durante os dois meses em que esteve no interinamente no cargo de prefeito, Biri Magalhães realizou contratos suspeitos de fraude, pois segundo um advogado consultado por este blog, deveriam passar por regras e processos dispostos na Lei das Licitações, que foi sumariamente ignorada, sendo feita a contratação direta de empresas pré-selecionadas pelo prefeito interino e que para isso foram usadas diversas Dispensas de Licitação, o que só se justificaria se o município tivesse declarado Estado de Calamidade Pública, o que todos sabem que não aconteceu.   

Para se ter ideia do que foi feito neste dois meses em que a prefeitura estava sob responsabilidade de Biri Magalhães, só na área da saúde foram gastos mais de 2 milhões com insumos e materiais que deveriam ser comprados pelo menor preço do mercado, mas foram adquiridos por empresas escolhidas a dedo pelo prefeito em exercício, o qual foi afastado após determinação do desembargador Luiz Neto, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará.   

Conforme já foi dito aqui, o magistrado entendeu haver equívocos na liminar que havia sido concedida pela desembargadora Diracy Nunes, que deu parecer favorável ao processo político que afastou o prefeito Murilo Guimarães, após decisão aprovada de forma irregular pela Câmara de Vereadores.    Em seu despacho, o desembargador manteve a decisão do juiz da Comarca de Muaná, Dr. Luiz Trindade Júnior, que percebeu vícios no processo comandado pelo vice-prefeito Biri Magalhães e os seis vereadores  de Muaná. Por sua vez, a Desembargadora Diracy Nunes reconsiderou o seu parecer entendendo que de fato a Câmara Municipal de Muaná não tinha motivos legítimos para afastar Murilo Guimarães do seu cargo.

"Desde que reassumiu o cargo de prefeito, Murilo Guimarães tem se dividido para reunir com sua equipe e visitar unidades de saúde, escolas e secretarias municipais, onde vem recebendo informações e documentos que comprovam as irregularidades, que lhe garantem ingressar com uma representação no Ministério Público do Estado, já que a maioria da  Câmara Municipal está comprada pela família do vice-prefeito", informou uma fonte do blog que pediu para preservar o seu nome no anonimato, pois tem medo de sofrer retaliações, como já vem acontecendo com todos que se manifestam contrários à qualquer iniciativa de uma das famílias mais ricas de Muaná.

Fonte: Blog Muaná do Marajó

quinta-feira, 1 de março de 2018

AMAM E TÊXTIL CASTANHAL FECHAM PARCERIA NA PRODUÇÃO DE MALVA E JUTA NO MARAJÓ

A Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó, está fechando parceria com a Indústria Têxtil de Castanhal, com vistas a implantar, em alguns municípios marajoaras, a cultura da malva e juta, para fins industriais. 

Representantes dos municípios de Melgaço, Soure, Breves, Anajás, Curralinho, Cachoeira do Arari, Gurupá, São Sebastião da Boa Vista, Portel e Bagre estiveram presentes à visita que a diretoria da Ama promoveu, a convite da indústria têxtil, a fim de conhecer in loco as atividades de produção industrial à partir da matéria prima até a transformação em sacos de café e batata, fios coloridos para confecção de tecidos, telas, calçados, forro interno de veículos e tantas outras utilidades.

O diretor superintendente da empresa, Flavio Junqueira Smith e os gerentes Inocêncio Mesquita e Robson Torres, foram, os grandes cicerones da visita dos representantes das prefeituras e da Amam, chefiado pelo secretário executivo, Alcindo Cavalcanti e pela coordenadora Marília Tavares.
Os convidados conheceram todos os processos da malva desde sua chegada à indústria, transformação em fios, depois em sacarias e outros produtos, que são consumidos principalmente pelas indústrias paulistas.

A empresa entende que o marajó tem grande potencial na produção de malva que poderá gerar emprego e renda aos moradores de regiões de várzea sem implicar em abrir mão de outras atividades como farinha e açaí.

Um hectare de malva pode render mais de três mil    reais e a lavoura dispensa uso de herbicidas e fungicidas que acabam comprometendo o meio ambiente. As embalagens produzidas com a malva são biodegradáveis, diferentes dos sacos plásticos cada vez mais desprezados pelas empresas ecologicamente corretas.

Agora os técnicos de ambas as instituições irão buscar parcerias com os produtores rurais dos municípios marajoaras para encontrar as áreas mais propícias para a cultura. Atualmente boa parte da malva utilizada na indústria de Castanhal provém de Bangladesh, na Índia, mas em breve o Marajó poderá ser grande produtor da matéria prima.

INFORMAÇÃO PELA AMAM -  LEIA MAIS!