Falta pouco para conclusão desta obra (Ponte de Concreto da Rua Nova IV, no Bairro da Esperança).
Jesaías Pinheiro: ''É mais uma vitória do governo Carlinhos, uma conquista para todos os moradores daquela localidade, os quais sempre sonharam com a edificação desta obra de extrema importância a todos que necessitam da mobilidade local''. Depois desta obra pronta o trabalho vai continuar na rua nova IV, com a terraplanagem chegando, e acabando com as pontes, na foto você ver como era a ponte ao lado e agora como a nova está ficando.
Os agradecimentos são sempre a DEUS.
Prefeito Carlinhos está de parabéns pela luta e por esta sempre em busca do melhor para o seu povo. Agora só falta a iluminação na Ponte para a inauguração
Prefeitura de Limoeiro do Ajuru - O trabalho é agora!
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Assaltantes são presos após roubarem uma loja em Gurupá
Dois bandidos armados realizaram na tarde de ontem, 30, um assalto na Loja Eletro center, localizada no setor Santa Maria, em Gurupá. Durante a ação criminosa, os elementos levaram vários aparelhos celulares, joias e todo o dinheiro do caixa. Ainda durante o ocorrido, o proprietário do estabelecimento foi baleado no pé, por um dos meliantes. Horas depois a Polícia recebeu a informação que os suspeitos estariam em um hotel no centro da cidade. No momento da abordagem, os criminosos trocaram tiros com a Polícia, quando então, os dois bandidos acabaram atingidos nas pernas. Os acusados foram identificados como, Eliel Malaquias de Oliveira, 19 anos, suspeito assassinar duas pessoas em Altamira, e ainda enterrado os corpos das vítimas. De acordo com a Polícia, Eliel é membro da Facção criminosa ‘Comando Vermelho’, e estava foragido do presídio de Altamira. Caio Ferreira de Souza, 22 anos, também foi preso em flagrante, é suspeito de pertencer a mesma facção. Os dois elementos, considerados da mais alta periculosidade, estão de Depol de Gurupá a disposição da Justiça. Após minuciosa investigação, os objetos roubados foram localizados em uma residência no bairro do horto. A polícia suspeita ainda da participação de uma mulher, que seria comparsa da dupla de assaltantes. A vítima ferida, o comerciante, Edmilson Viana, foi encaminhado na madrugada de hoje para o Hospital Regional de Breves, segundo a família, seu estado de saúde é estável. A ação policial bem sucedida, foi desenvolvida de forma conjunta pelas Polícias Militar e Civil de Gurupá.
Por: Dailton Palheta
Por: Dailton Palheta
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
AÇAÍ DO PARÁ DEVE CONQUISTAR O MUNDO
Governo trabalha para transformar o fruto em um sucesso planetário.
O mundo quer o novo, em cor, em aroma, em sabor”, garante o pesquisador da Embrapa João Tomé de Farias. “E, quando se trata de frutas, nada é mais novo, em termos planetários, do que o açaí, que ainda tem, por exemplo, toda a China como provável mercado.” É de olho neste mercado que o governo estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme), transformou o açaí na estrela do programa Pará 2030, com ações de desenvolvimento e verticalização a partir de 14 cadeias produtivas.
Os resultados foram imediatos. Na quinta-feira passada, na reunião da Comissão de Incentivos do governo, duas novas empresas receberam incentivos fiscais para instalar plantas industriais de açaí, em Castanhal e Igarapé-Miri. Elas se juntam a outras oito já incentivadas pela Política Estadual do Açaí, articulada para atrair empresas e dar incentivos para que outras, que produziam apenas polpa, industrializem a fruta. Na semana anterior, a agência GIZ, ligada aos ministérios Açaí tradicional no Pará é consumido juntamente com outras frutas em diferentes países IGOR MOTA - ARQUIVO do Desenvolvimento e do Meio Ambiente da Alemanha, participou de reunião na Sedeme para ter mais informações sobre o açaí. A agência, que tem 18 mil funcionários em 120 países, pretende investir 350 mil euros no Brasil nos próximos anos. As cadeias do açaí, no Pará, e da carnaúba, no Ceará, são as duas prospectadas até agora. No âmbito do Pará 2030, dois casos emblemáticos ilustram a progressão do desenvolvimento da cadeia da fruta: a Frooty Acaí leva polpa do Pará pra industrializar em São Paulo; hoje, implanta uma indústria em Mocajuba, gerando 250 empregos. A paraense Bonny Acaí industrializava a polpa em Itaipava (RJ). Agora, vai industrializar em Igarapé-Miri, gerando 150 empregos. “O açaí é estratégico porque, além do extraordinário potencial econômico, beneficia diretamente a agricultura familiar e abrange dezenas de municípios onde o IDH é muito baixo”, pondera o titular da Sedeme, Adnan Demachki. “Hoje, produzimos um milhão e cem mil toneladas do fruto; a política para esta cadeia prevê aumentar a produção em 50% até 2030.”
DINHEIRO
Para João Tomé de Farias, agrônomo com doutorado em genética e melhoramento de plantas, cultivar açaí irrigado no Pará é o melhor negócio agrícola hoje do Brasil. “Existe uma demanda reprimida tanto no Estado (que não dá conta de atender a todos os municípios), no Brasil (onde a exportação ainda se concentra em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), e no mercado internacional, onde o açaí chega a trinta países, mas 80% da exportação se concentram em Estados Unidos, Japão e Austrália.” O engenheiro agrônomo Geraldo Tavares, gerente de Fruticultura da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), informa que um pé de açaí demora, em média, quatro anos para frutificar e o período produtivo dura oito anos. “Depois, os pés ficam muito altos e também a produtividade começa a cair.” Noventa por cento do açaí produzido hoje no Estado ainda é nativo, de várzea.
E grande parte dele permanece intocada, por estar dentro de grandes matas, quase inacessíveis. Daí que a plantação é um negócio que vai se expandir muito nos próximos anos. “A Política Industrial do Açaí inclui, além de incentivos de até 95% de isenção, o Pró Açaí, que prevê o plantio de 40 mil hectares de açaí irrigado”, informa o titular da Sedeme, Adnan Demachki. “Quem investir no açaí, tanto na industrialização, quanto no cultivo, vai prosperar, sem dúvida nenhuma.” João Tomé de Farias diz que a grande dificuldade para o plantio, hoje, ainda é o maquinário para irrigação. “Custa em torno de dez mil reais, com vida útil de cerca de dez anos. A despeito dos custos de manutenção, o retorno é alto e garantido”, afiança Tomé. “As plantações irrigadas têm alta produtividade, facilitam o transporte e o trânsito de tratores para a limpeza, além de produzir o ano inteiro.” (Setenta por cento do açaí é produzido de agosto a dezembro. Nos demais meses, a entressafra chega a dobrar o preço.
E gera fatos curiosos: quatro municípios do extremo Marajó (Gurupá, Afuá, Chaves e Anajás) têm o ciclo invertido e, durante nossa entressafra, exportam açaí para Belém, em canoas cheias de gelo. Também se diz, nesses meses, que Belém consome açaí vindo do Amapá.
Na verdade, o açaí do Marajó vai paro Amapá, pertinho de lá, e vem de avião pra Belém: o alto preço aqui na entressafra compensa.
Fonte: O Liberal
O mundo quer o novo, em cor, em aroma, em sabor”, garante o pesquisador da Embrapa João Tomé de Farias. “E, quando se trata de frutas, nada é mais novo, em termos planetários, do que o açaí, que ainda tem, por exemplo, toda a China como provável mercado.” É de olho neste mercado que o governo estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme), transformou o açaí na estrela do programa Pará 2030, com ações de desenvolvimento e verticalização a partir de 14 cadeias produtivas.
Os resultados foram imediatos. Na quinta-feira passada, na reunião da Comissão de Incentivos do governo, duas novas empresas receberam incentivos fiscais para instalar plantas industriais de açaí, em Castanhal e Igarapé-Miri. Elas se juntam a outras oito já incentivadas pela Política Estadual do Açaí, articulada para atrair empresas e dar incentivos para que outras, que produziam apenas polpa, industrializem a fruta. Na semana anterior, a agência GIZ, ligada aos ministérios Açaí tradicional no Pará é consumido juntamente com outras frutas em diferentes países IGOR MOTA - ARQUIVO do Desenvolvimento e do Meio Ambiente da Alemanha, participou de reunião na Sedeme para ter mais informações sobre o açaí. A agência, que tem 18 mil funcionários em 120 países, pretende investir 350 mil euros no Brasil nos próximos anos. As cadeias do açaí, no Pará, e da carnaúba, no Ceará, são as duas prospectadas até agora. No âmbito do Pará 2030, dois casos emblemáticos ilustram a progressão do desenvolvimento da cadeia da fruta: a Frooty Acaí leva polpa do Pará pra industrializar em São Paulo; hoje, implanta uma indústria em Mocajuba, gerando 250 empregos. A paraense Bonny Acaí industrializava a polpa em Itaipava (RJ). Agora, vai industrializar em Igarapé-Miri, gerando 150 empregos. “O açaí é estratégico porque, além do extraordinário potencial econômico, beneficia diretamente a agricultura familiar e abrange dezenas de municípios onde o IDH é muito baixo”, pondera o titular da Sedeme, Adnan Demachki. “Hoje, produzimos um milhão e cem mil toneladas do fruto; a política para esta cadeia prevê aumentar a produção em 50% até 2030.”
DINHEIRO
Para João Tomé de Farias, agrônomo com doutorado em genética e melhoramento de plantas, cultivar açaí irrigado no Pará é o melhor negócio agrícola hoje do Brasil. “Existe uma demanda reprimida tanto no Estado (que não dá conta de atender a todos os municípios), no Brasil (onde a exportação ainda se concentra em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), e no mercado internacional, onde o açaí chega a trinta países, mas 80% da exportação se concentram em Estados Unidos, Japão e Austrália.” O engenheiro agrônomo Geraldo Tavares, gerente de Fruticultura da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), informa que um pé de açaí demora, em média, quatro anos para frutificar e o período produtivo dura oito anos. “Depois, os pés ficam muito altos e também a produtividade começa a cair.” Noventa por cento do açaí produzido hoje no Estado ainda é nativo, de várzea.
E grande parte dele permanece intocada, por estar dentro de grandes matas, quase inacessíveis. Daí que a plantação é um negócio que vai se expandir muito nos próximos anos. “A Política Industrial do Açaí inclui, além de incentivos de até 95% de isenção, o Pró Açaí, que prevê o plantio de 40 mil hectares de açaí irrigado”, informa o titular da Sedeme, Adnan Demachki. “Quem investir no açaí, tanto na industrialização, quanto no cultivo, vai prosperar, sem dúvida nenhuma.” João Tomé de Farias diz que a grande dificuldade para o plantio, hoje, ainda é o maquinário para irrigação. “Custa em torno de dez mil reais, com vida útil de cerca de dez anos. A despeito dos custos de manutenção, o retorno é alto e garantido”, afiança Tomé. “As plantações irrigadas têm alta produtividade, facilitam o transporte e o trânsito de tratores para a limpeza, além de produzir o ano inteiro.” (Setenta por cento do açaí é produzido de agosto a dezembro. Nos demais meses, a entressafra chega a dobrar o preço.
E gera fatos curiosos: quatro municípios do extremo Marajó (Gurupá, Afuá, Chaves e Anajás) têm o ciclo invertido e, durante nossa entressafra, exportam açaí para Belém, em canoas cheias de gelo. Também se diz, nesses meses, que Belém consome açaí vindo do Amapá.
Na verdade, o açaí do Marajó vai paro Amapá, pertinho de lá, e vem de avião pra Belém: o alto preço aqui na entressafra compensa.
Fonte: O Liberal
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
XV EDIÇÃO DO JOGO AMIGOS DO REY EM SÃO SEBASTIÃO DA BOA VISTA
Dia 19 de Janeiro de 2018
Aconteceu no estádio municipal de São Sebastião da Boa Vista a "XV edição do jogo amigos do rei "
Evento que já é tradição no município e reuni vários jogadores do esporte paraense como o Zé Augusto ex-jogador do Paysandu, Toca jogador muito conhecido na região que já fez mais de mil gols, além dos jogadores Charles de Oeiras, jogadores de Curralinho, Muaná, Limoeiro, Breves, Bagre e outras cidades e atletas da capital e artistas.
Parabéns vereador Rey Silva e sua família pela organização do evento.
Momento de confraternização entre amigos que fizeram sucesso no passado
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